Especial | Centenário de L. A. Costa Pinto (parte 2), por Antonio Brasil Jr

Na atualização de hoje damos continuidade a nosso dossiê especial em homenagem ao centenário do sociólogo Luiz de Aguiar Costa Pinto. Abaixo trazemos um texto de Antonio Brasil Jr., professor do Departamento de Sociologia e do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia da UFRJ, que trata do sentido cosmopolita da teorização do autor, destacando o caráter ao mesmo tempo plural, contingente e conflituoso de sua abordagem sobre os processos de mudança social.

O dossiê sobre L.A. Costa Pinto é organizado por Glaucia Villas Bôas (UFRJ) e procura retornar ao pensamento do autor discutindo sua atualidade. Clicando aqui é possível ler o primeiro post da série, que conta com texto de abertura de Glaucia Villas Bôas e com um ensaio de Patrícia Olsen de Souza (IFSP). Segunda-feira (07/12) publicaremos o terceiro post do dossiê, assinado por Jacob Carlos Lima (UFSCar e presidente da SBS).

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Especial | Centenário de L. A. Costa Pinto (parte 1), por Glaucia Villas Bôas e Patrícia Olsen de Souza

O Blog da BVPS dá início hoje a uma série de três posts em homenagem ao centenário de nascimento do sociólogo baiano Luiz de Aguiar Costa Pinto, um dos mais importantes personagens dos processos de institucionalização e internacionalização das ciências sociais no Brasil. Nosso dossiê especial foi coordenado por Glaucia Villas Bôas, professora titular da UFRJ, que também assina o texto de abertura que segue abaixo. No post de hoje trazemos ainda um ensaio de Patrícia Olsen de Souza, professora do IFSP, que discute o legado do autor. Na sexta-feira (04/12) e na segunda-feira (07/12) publicaremos, respectivamente, textos de Antonio Brasil Jr. (UFRJ) e Jacob Carlos Lima (UFSCar e presidente da SBS).

Assim como nos posts em homenagem aos outros centenários de 2020, Florestan Fernandes e Celso Furtado, nosso objetivo com essa série foi trazer aos leitores do Blog da BVPS análises qualificadas de especialistas sobre a obra e a trajetória de L. A. Costa Pinto que também permitam calibrar sua importância para a sociologia hoje.

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Drama, ritual e performance. A antropologia de Victor Turner | Glaucia Villas Bôas entrevista Maria Laura Cavalcanti

Na atualização de hoje do blog da BVPS publicamos uma entrevista com a antropóloga Maria Laura Cavalcanti, professora titular da UFRJ, sobre seu mais recente livro, Drama, ritual e performance. A antropologia de Victor Turner (Mauad Editora). A entrevista foi conduzida por Glaucia Villas Bôas, professora titular de sociologia na mesma universidade, e é antecedida por uma pequena apresentação ao livro. Na conversa, Maria Laura Cavalcanti nos conta um pouco de sua trajetória, trata de questões e conceitos fundamentais de Turner, discute a recepção de sua teoria e identifica algumas das interlocuções intelectuais do autor de Floresta de símbolos.

Drama, ritual e performance. A antropologia de Victor Turner, que já está disponível aqui, será lançado na 32º Reunião Brasileira de Antropologia. Na mesma ocasião a autora também lançará Carnaval sem fronteiras. As escolas de samba e suas artes mundo afora, livro que já foi anunciado no blog.

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12 de outubro de 1927, por Carolina Casarin

Na atualização de hoje Carolina Casarin nos transporta para 12 de outubro de 1927, mais especificamente para um almoço na Fazenda de Santa Teresa do Alto onde estavam presentes, dentre outros, Mario de Andrade, Oswald de Andrade e Tarsila do Amaral. A partir de imagens fotográficas e do vestido Lampion usado por Tarsila na ocasião, a autora discute a sociabilidade intelectual paulista dos anos 1920, principalmente o espaço social das fazendas, sublinhando as tensões e contradições do modernismo.

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A terceira margem proposta pelos escritos de Jacques Derrida, por Silviano Santiago

O Blog da BVPS publica hoje texto inédito em português do romancista, crítico literário e ensaísta Silviano Santiago. Essa é a segunda parte de nossa série especial sobre o Glossário de Derrida, que ganhou uma nova edição em 2020 pela editora Papéis Selvagens. Para ler o Simpósio sobre o livro, publicado na terça-feira, basta clicar aqui.

No ensaio que segue Silviano Santiago discute, a partir do relato de seu primeiro encontro com Derrida nos Estados Unidos, em 1971, as possibilidade abertas por uma leitura da obra do filósofo franco-argelino a partir da América Latina. Questões como a crítica ao etnocentrismo, a diferença colonial e o problema da identidade ganham uma nova perspectiva quando interpeladas à luz dos impasses latino-americanos, ao mesmo tempo em que a obra de Derrida nos ajuda a imaginar o próprio (entre-) lugar do intelectual em contextos pós-coloniais.

“A terceira margem proposta pelos escritos de Jacques Derrida” foi lido em francês no Colóquio internacional “Sur les traces de Jacques Derrida”, realizado em Argel nos dias 25 e 26 de novembro de 2006 a convite da Biblioteca Nacional da Argélia. Dois anos depois, em 2008, os trabalhos apresentados seriam publicados no livro Derrida à Alger – Un regard sur le monde, organizado por Jean-Luc Nancy. Agradecemos ao autor por ceder o texto para a publicação no Blog da BVPS. As imagens que acompanham o post são da artista Lena Bergstein, a quem também agradecemos. A tradução é de Cláudia Matos.

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Simpósio | “Glossário de Derrida”, de Silviano Santiago (Org.)

O Blog da BVPS publica nesta semana dois posts especiais sobre o Glossário de Derrida, livro supervisionado por Silviano Santiago que ganhou uma nova edição em 2020 pela editora Papéis Selvagens. Hoje trazemos um simpósio feito com cinco especialistas, conhecedores tanto da obra de Silviano Santiago quanto de Jacques Derrida, organizado pelo editor do Blog, Andre Bittencourt. Na quinta-feira (1º de outubro) teremos a alegria de publicar um texto ainda inédito em português do próprio Silviano sobre o filósofo franco-argelino.

Após uma breve apresentação do livro, fiquem com as respostas ao simpósio de Eneida Maria de Souza (UFMG), Florencia Garramuño (Universidad de San Andrés, Argentina), raúl rodríguez freire (Pontifícia Universidad Católica de Valparaíso, Chile), Roberto Said (UFMG) e Mario Camara (Universidad de Buenos Aires, Argentina).

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Notas sobre um livro esquecido de Walter Benjamin (em um instante de perigo), por Andre Bittencourt

No post de hoje, em homenagem aos oitenta anos da morte de Walter Benjamin (1892-1940), o editor do Blog da BVPS Andre Bittencourt escreve sobre um livro esquecido do filósofo. Sem tradução no Brasil, Deutsche Menschen (1936) convida o olhar para a importância da tarefa de construção da memória, não como nostalgia mas como antecipação; como possibilidade de criar novos começos e esperanças em que se tecem passado, presente e futuro diante da emergência. O livro, composto de cartas escritas entre personagens alemães de todos os tipos, desempenha o papel de arrancar a tradição ao conformismo diante do dilúvio que transforma a cultura em ideologia e tenta separa-la de seu potencial de revolta.

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Literaturas brasileiras à margem no mundo afro-atlântico, por Maurício Acuña

acuña

No post de hoje, o antropólogo Maurício Acuña (USP e Princeton University) escreve sobre a presença e as ausências da delegação brasileira no Primeiro Festival Mundial de Artes Negras (FESMAN), ocorrido em Dacar em 1966. Por que, afinal, o embaixador do Senegal no Brasil, Henri Senghor, teve que escrever a seus superiores meses antes do evento que “No âmbito da literatura, o Brasil não ser[ia] representado”? Neste texto, o autor levanta hipóteses relativas ao contexto político e à história da definição do conceito de literatura afro-brasileira ou negra no Brasil; além de reconstruir o debate ocorrido na época em torno dessa ausência e refletir sobre a performance da delegação organizada pelo Itamaraty.

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Bacurau não é para principiantes, por Glaucia Villas Bôas (UFRJ)

Bacurau - Placa

O Blog da BVPS publica hoje artigo de Glaucia Villas Bôas, professora titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro e integrante do Programa de Pós-graduação em Sociologia e Antropologia da mesma instituição. O texto traz uma original e instigante contribuição ao debate sobre o filme Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, situando-o em questões do tempo presente e no diálogo com o pensamento social brasileiro, especialmente a obra de Maria Isaura Pereira de Queiroz.

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