Trocação crítica [ao vivo]: As 29 poetas hoje, por Julya Tavares e Lucas van Hombeeck

No post de hoje, a coluna Interpretações do Brasil e poéticas publica uma troca de e-mails entre Julya Tavares e Lucas van Hombeeck a partir da antologia As 29 poetas hoje, organizada por Heloísa Buarque de Hollanda e lançada este ano pela Companhia das Letras. A conversa articula essa antologia com outra da mesma organizadora – 26 poetas hoje – feita na década de 1970 e relançada também em 2021. A troca, entre os poemas, prefácios e as experiências dos autores como leitores e produtores, passa pelo modernismo de 1922 e outros movimentos culturais na véspera do centenário da Semana de Arte Moderna, buscando um sentido de processo na poesia assim como as interpelações que seus acontecimentos colocam para a tarefa da crítica.

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Boa leitura!

Trocação crítica [ao vivo]: As 29 poetas hoje

por Julya Tavares [i] e Lucas van Hombeeck [ii]

De: Lucas van Hombeeck <lucashombeeck@gmail.com>

Para: Julya Tavares <julya.tavares.reis@gmail.com>

Ju,

acabei de reler aqui as 29 e os 26 poetas hoje. A reedição histórica, da década de setenta, e essa de agora, como a gente combinou. Fiquei pensando que é uma oportunidade pra tentar conversar sobre uma perspectiva de processo na poesia que articule os dois livros, cê não acha? Tô pra te escrever há um tempo sobre isso, mas acabei demorando um pouco pra te mandar esse e-mail. Em parte porque eram muitas as leituras pra começar a escrever sobre Helô e as antologias, em parte porque essas leituras abrem muitos caminhos de pesquisa e discussão crítica, e precisava escolher um deles. “É importante começar essa história de algum lugar, ainda que arbitrário”, pra lembrar o título do prefácio de “As 29 poetas hoje”.

Como diz um amigo que já trabalhou muito com a obra dela, Helô não escreveu muito, em termos de volume. Mas tudo ou quase tudo que escreveu tem algo desse gesto de abertura, de colocar questões importantes diante de materiais que se mostram, na mão dela, por novos ângulos. E isso numa escrita com oralidade, como uma conversa, e ao mesmo tempo sintética. Algo que me lembrou as microrrespostas da Saskia Sassen pra um simpósio sobre a pandemia que saiu no blog, esse gesto ao mesmo tempo breve, econômico e de abertura de perspectivas, de desreificação.

Como um elemento que pontua esse processo sobre o qual seria legal conversar, acho que dá pra começar olhando pros textos de abertura dos volumes, escritos pela antologista em diferentes momentos: 1975, 1997 e 2020. Me interessa aqui, de início, uma pequena problematização que a Heloísa faz no texto de 1997 (“apresentação à segunda edição”) de algo que ela escreve no prefácio da antologia de 1976: aquilo sobre a semelhança entre o movimento da poesia na década de 1970 (parcialmente) capturado pelos “26 poetas…”e o modernismo de 1922. 

Numa tentativa de qualificar a tendência contra as restrições do modernismo cabralino e das vanguardas concretistas, ela diz na apresentação à primeira edição que “os novos poetas [da década de 1970] voltam-se agora pro modernismo de 1922, cujo desdobramento efetivo ainda não fora suficientemente perseguido. […] Se em 1922 o coloquial foi radicalizado na forma do poema-piada de efeito satírico, hoje se mostra irônico, ambíguo e com um sentido crítico alegórico mais circunstancial e independente de comprometimentos com um programa preestabelecido”. 

Vinte e dois anos depois, no relançamento da coletânea, vem a mudança de posição: ao considerar que o recurso ao modernismo foi um “álibi” que permitia estabelecer algo em comum na diversidade dos poemas recolhidos, escreve que “nesse desvio nobre, perdi meus melhores argumentos”. O que interessava realmente ali, diz a Helô de 1997 sobre, com e talvez até contra a Helô de 1975, não era a unidade impossível entre os poetas, mas “o claro direito ao dissenso que este material começava a reivindicar em nossa produção cultural”. 

Me parece que o que esse reposicionamento abre como problema – não pretendo que uma posição seja mais correta que a outra, mas me interessa especialmente o conflito entre elas – tem a ver com essa dimensão de processo de que queria falar ali em cima. Um processo que não relaciona apenas as duas antologias, mas também o lugar da poesia no modernismo, no CPC, no desbunde, nos slams, rodas e coletivos e que talvez tenha a ver com um sentido mais geral do papel da palavra na tarefa de democratização da cultura. Ou, de forma mais ampla ainda, com uma relação entre arte e vida, em diferentes configurações.

Em todos aqueles casos, o problema da relação dos movimentos com uma situação político-social que se desenvolve aos solavancos, interrompida por experiências autoritárias e atravessada por relações autocráticas, tá colocado. E, na diferença das perspectivas de emancipação (individuais, coletivas, comunitárias), com e contra o contexto, podemos levantar um repertório que compõe um legado de que a gente pode se apropriar hoje. Nessa véspera dos 100 anos do movimento modernista e 200 anos da independência, vale perguntar desde o entre-lugar da semelhança e do dissenso: o que o passado nos lega? O que estamos fazendo e o que podemos fazer com ele? 


Pra terminar, puxando a conversa mais pras duas antologias, fiquei pensando qual é a relação entre arte e vida, ou melhor, quais são as escritas de si e figurações do sujeito mediadas pela relação arte-vida, que se pode ler nos dois livros. Será que soubemos implicar os dois polos da relação deixando algum espaço pra a (auto)crítica, como ressalvava o Cacaso, sempre lembrado pela Helô com essa advertência? O que aprendemos com os 26 poetas? Qual foi a lição dos 26 poetas?

Queria te ouvir sobre isso. Me diz aí.
Um beijo,
L.

De: Julya Tavares <julya.tavares.reis@gmail.com>

Para: Lucas van Hombeeck <lucashombeeck@gmail.com>

Luc,

costumo dizer que conheci mesmo o trabalho da Helô quando me deparei com o “Impressões de viagem – CPC, vanguarda e desbunde: 1960-1970”, a tese de doutorado que ela escreveu em 1979 e publicou em livro pela primeira vez logo depois, em 1980. Falo desse episódio, porque talvez tenha sido a primeira vez que reparei mais profundamente nesse gesto de abertura que não só permeia o que ela faz, como parece ser de fato uma inquietação crítica. Mas abertura em direção a quê?

Quando lê a geração dos 1970, Helô afirma que, “mais do que os valores poéticos em voga, eles (os livros produzidos artesanalmente pelos poetas marginais) trazem a novidade de uma subversão dos padrões tradicionais da produção, edição e distribuição da literatura”. Assim, ao dizer que as atividades de confecção e distribuição dos livros, nas mãos desses poetas, se revelam como práticas de algum jeito literárias, no sentido da interferência que causam nos modos de fazer literatura, Helô delineia um espaço de atuação crítica aberto a aspectos que, ao menos a partir daqui, não podem mais ser considerados extraliterários.

Esse gesto, como o de se reposicionar diante da própria perspectiva crítica nas apresentações às edições de “26 poetas hoje”, como você destacou, não deixa de ser um modo de incorporar processos e, ainda, de mobilizar as aproximações tanto entre arte e vida quanto entre crítica e vida, uma vez que também acaba por dizer de critérios – e técnicas, por que não? – de leitura que passam a fazer parte do universo da análise literária.

Uma vez, numa aula, ouvi a Célia Pedrosa, que a gente tanto admira, dizer que, quando uma poética convoca o cotidiano, o prosaico, é necessário que a crítica se pergunte que “cotidiano” e “prosaico” são esses. Me parece possível estender esse raciocínio pra a discussão a respeito das relações entre arte e vida, questionando de que vidas, temas e linguagens estamos falando. E de quem.

É nesse sentido que talvez seja possível acionar a relação com o modernismo de 1922 que Helô propõe em sua apresentação à primeira edição de “26 poetas hoje”. Ainda que, olhando em retrospecto, sejam diversas as limitações do projeto modernista de democratização das artes, é inegável o impulso de abertura em direção não só a procedimentos, mas também a temas, cotidianos, questões e linguagens até então não reconhecidos como artísticos. Pra mim, é justamente aqui que a noção de “vida”, que tantas vezes gera preocupações ao se aproximar das artes, entra. Já reparou que normalmente ela é convocada em momentos nos quais temas, cotidianos, questões e linguagens que antes não tinham visibilidade, voz ou corpo nas artes passam a ter?

Nessa mesma apresentação de “26 poetas hoje”em que Helô praticamente recusa a relação entre a “geração AI-5” e o modernismo de 1922, ela também afirma que seu “traço distintivo foi exatamente o de ser coibida de narrar sua própria história”. Fico pensando que talvez se localize aí o elo entre esses dois momentos histórico-literários de que estamos falando, assim como o que abre passagem pra “As 29 poetas hoje”.

mas quero saber de você.

beijo,

J. 

De: Lucas van Hombeeck <lucashombeeck@gmail.com>

Para: Julya Tavares <julya.tavares.reis@gmail.com>

Ju,

muito fina essa tua observação sobre a abertura dos critérios e técnicas de leitura que fazem parte da análise literária. Fico pensando que tem aí um papel de mediação da crítica – e mediação me parece ser algo que tem tudo a ver com a Helô – que produz reconhecimento e problematização da literatura a partir de uma reflexão sobre a história. E essa história, que por mais que seja literária nunca é só da literatura, é feita de relações. De todo tipo, mas aqui talvez interessem especialmente as relações de produção e circulação; ou, de um jeito mais amplo, de comunicação. 

Numa mesa do Festival de Inverno da UFMG desse ano sobre as antologias, chamada de “A poesia, ninguém segura mais”, o Eduardo Coelho nomeou uma ligação desse processo de que a gente vem conversando aqui. Pra ele, o que tem de comum entre o modernismo, os 26 e as 29 poetas é a força da oralidade, do português falado, do que se chamava, em 22, de português do Brasil. Segundo ele, isso é parte de uma política linguística, de um certo abandono da gramática normativa, mas que tende a acontecer em momentos de aproximação mais geral entre poesia e política. Como foi com o Castro Alves, no romantismo republicano e abolicionista do XIX, no exemplo dele. Em “As 29 poetas hoje”, os QR Codes trazem as vozes pra dentro do livro – ou levam a leitura pra fora dele –, o que relativiza a centralidade do suporte de papel diante do poema feito em praça pública.

O que eu acho que a gente pode aprender dessa história (e aqui eu me coloco como alguém que escreve essa crítica contigo, mas também como poeta e companheiro de geração das poetas, e teu), é a importância da comunicação não só com os leitores, mas entre produtores. Na verdade, como forma de borrar e até abolir essa separação, em que a recepção é um ato passivo, em que leitura e escrita se dividem. Isso é parte, me parece, de uma dimensão pedagógica do poema. Mas não de uma (anti)pedagogia bancária, em que alguém sabe e transfere conteúdo a quem não sabe: é uma tarefa de construção e manutenção de circuitos em que a fala franca e crítica conviva com a confiança e cultivo da autonomia. Não a autonomia personalista do indivíduo que se basta, que não quer depender de ninguém, mas de produtores que conversem e aprendam uns com os outros, mediados pela literatura. Nesse sentido, o conflito é fundamental. E as páginas de “As 29 poetas hoje” estão cheias de conflito, como dinâmica de relações; e de confronto, como força de reivindicação.  

É quase como se, diante de um campo literário tão precário como o que era no modernismo e é até hoje, a gente não pudesse se dar ao luxo de desempenhar autorias que se reduzam à escrita e publicação em livro. Se por um lado viver a literatura nos obriga a jogar nas onze, fazendo plaquete, armando sebo, feira, oficina, roda, conversa etc., por outro lado parece que essa situação abre caminho pra invenção de formas de socialização, convívio, criação mais democráticas, na melhor das hipóteses. É claro que nem sempre dá certo, e que atores como as grandes editoras e formuladores de políticas públicas nem sempre ajudam, mas aí é que me parece que entra a importância da ideia de tarefa. Não começou com a gente, não vai terminar com a gente, mas se dá pra ter um papel nesse processo então que seja esse. Não quero romantizar a precariedade: tudo isso é trabalho, e merece ser reconhecido e bem remunerado. Mas a reivindicação desse reconhecimento passa pela constituição dos sujeitos enquanto integrantes de um movimento cultural, e a classe, a sociologia ajuda a entender, não é um dado estabelecido pela posição no sistema produtivo, mas uma solidariedade que existe num fazer-se.

Com um abraço (e saudades),

L.

De: Julya Tavares <julya.tavares.reis@gmail.com>

Para: Lucas van Hombeeck <lucashombeeck@gmail.com>

Luc,

pra mim é importante que você tenha falado de “mediação” e “tarefa” como questões da crítica e do campo literário em geral, porque, como coloquei antes, acredito que o problema do “binômio” arte/vida precise ser investigado de uma maneira mais profunda. Certamente, não é este o espaço em que isso será feito com a devida generosidade e atenção, mas me refiro à possibilidade de contemplar duas coisas ao mesmo tempo: aquilo que entendemos como “vida” de uma maneira mais imediata – o cotidiano, as “narrativas de si”, as questões políticas, a oralidade – e também o que talvez seja uma vida da própria crítica – e da literatura, claro. Nesse sentido, me parece possível atar as duas pontas do seu último e-mail e pensar a crítica como esse lugar de mediação cuja tarefa, de perseguir formas de nomear e renomear o que a literatura suscita, é infindável.

Na apresentação de “As 29 poetas hoje”, Helô transcreve partes de “Literatura e Mulher: essa palavra de luxo”, um texto da Ana Cristina Cesar sobre a recepção de Cecília Meirelles e Henriqueta Lisboa feita por críticos homens em que a poeta deixa transparecer um incômodo sobre “onde ancorar” o conceito de “literatura de mulher”. Essa espécie de ideia fixa me remete ao incômodo da própria Helô com a noção de “vazio cultural” elaborada por Zuenir Ventura pra falar dos anos 1970 no Brasil – e sobre a qual ela comenta na apresentação à última edição de “26 poetas hoje”. Enquanto pra Helô “a ideia de um vazio cultural era intolerável”, pra Ana C., a possibilidade de “mexer com ‘literatura de mulher’ (…) sem ocupar o lugar do feminismo nem cair na confusa ideologia do eterno feminino” era uma inquietação tanto crítica quanto poética. Nos dois casos, o papel de mediação da crítica aparece como uma maneira de encontrar chaves de leitura que, de um lado, não reforcem uma falta ou certa nostalgia do passado e, de outro, não sejam atracadas em noções estéticas ou políticas fáceis.

Dizendo de outro jeito: chaves de leitura que talvez percebam – ou pelo menos persigam – o que pode significar pro campo literário e artístico em geral, em termos de produção de subjetividades, de formas de vida e mesmo de epistemes, a consideração de temas, linguagens e pautas políticas como questões que também fazem parte do que compreendemos como “estética”. Digo isso porque, ao responder a um chamado tanto político quanto estético de nosso tempo – e aqui eu faço essa separação só pra enfatizar o que tô querendo dizer –, “As 29 poetas hoje” propõe que repensemos o que levamos em conta quando estamos falando de “literatura”. E aí é interessante que você tenha falado de “política linguística”, citando o Edu Coelho, e de “conflito”. Porque me parece que “As 29…”reafirmam, como fazem frequentemente as antologias que se dispõem a reunir as produções de determinado tempo, sobretudo quando esse tempo é o contemporâneo, as disputas – linguísticas, temáticas, de espaço, de narrativa etc. – como parte do jogo literário. Disputas essas que foram/são, muitas vezes, apagadas.

Nesse sentido, acredito que a gente possa retomar o reposicionamento da Helô na apresentação de “26 poetas hoje”feita em 1997 e, a partir de algum dissenso presente também em “As 29 poetas hoje”, olhar, por exemplo, pra “Matriarcal cunhã”, poema de Renata Machado Tupinambá. Me pergunto: que sonoridade é essa que aparece nos versos “Vocês acham que podem me ver?/ Vocês acham que podem me ver?/ Sou penumbra/ luminosidade/ o canto do meu povo e sua liberdade/ na mão carrego afetividade/ sou o sangue que jorra na rua, fazenda e comunidade”? Será que podemos ler essas rimas tomando única e exclusivamente aquilo que compreendemos dos efeitos desse recurso a partir da tradição eurocêntrica? Que outras histórias essas rimas nos contam?

Quando essa mesma poeta diz que “mulheres não são humanas/ são onças, serpentes, águias” e Adelaide Ivánova nomeia como “urubu” o poema em que o eu lírico, uma mulher que vivenciou um estupro, está passando por um procedimento de corpo de delito, estamos falando da mesma noção de “animalidade”? O que acontece com as subjetividades de cada um dos sujeitos desses poemas quando confrontados com esses bichos? Mais: o que acontece com toda uma gama de estudos do campo literário em torno da noção de “animalidade” quando essas mulheres mobilizam essas imagens em seus poemas? Talvez possamos nos perguntar algo parecido sobre as imagens espaciais de Luz Ribeiro e Valeska Torres, por exemplo, com seus “invejo tanto esses menino mapa”, “peitos laje com vista pro córrego” e “Nossa Senhora de Copacabana, onde foi que a Senhora se escondeu?”, que nos convidam a pensar nos espaços como partes constitutivas dos sujeitos que somos, mas desde outros pontos de partida. O que acontece com toda uma tradição que pensa a paisagem e o espaço urbano a partir de então?

Não quero, com essas perguntas, sugerir que um poema se realiza no momento em que revira toda a história da literatura ou da crítica. Sabemos muito bem que um poema acontece de muitas maneiras. Quero, sim, celebrar os momentos de espanto e inquietação diante do burburinho de diferentes vozes, narrativas e linguagens que um poema – ou uma antologia – pode apresentar. Burburinho esse que acredito que seja bom experimentar fazendo perguntas e convivendo com elas. Acho que é a isso que “As 29 poetas hoje” e o trabalho da Helô de forma geral nos convidam.  

Beijo,

J.


[i] Julya Tavares é formada em letras pela Universidade Federal Fluminense e mestra em estudos literários pela mesma instituição. entre 2016 e 2018, construiu a muitas mãos a Oficina Experimental de Poesia, coletivo interessado nas relações entre poesia e educação que atuava no Méier (Rio de Janeiro), e faz parte do conselho editorial da Garupa, revista voltada para o mapeamento de poesia contemporânea e outras artes, desde 2017. atualmente, também trabalha com revisão e edição de textos, além de oficinas de escrita criativa.

[ii] Lucas van Hombeeck é doutorando em sociologia no PPGSA/UFRJ, editor-assistente e curador da coluna Interpretações do Brasil e poéticas do Blog da BVPS.

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