“O pequeno grande mundo do Pensamento Social no Brasil”, por Antonio Brasil Jr., Luiz Carlos Jackson e Marcelo Paiva.

BIB

O Blog da BVPS divulga hoje o artigo “O pequeno grande mundo do Pensamento Social no Brasil”, de Antonio Brasil Jr. (UFRJ), Luiz Carlos Jackson (USP) e Marcelo Paiva (CGEE e UERJ), publicado na Revista Brasileira de Informação Bibliográfica em Ciências Sociais – BIB. O texto propõe uma análise de redes para entender a estrutura e a dinâmica da área de Pensamento Social Brasileiro, especialmente pelo perfil disciplinar, institucional e geracional dos pesquisadores que participaram do GT “Pensamento Social no Brasil” da ANPOCS e também através do estudo do papel ocupado pelos livros publicados pela área. Trata-se, portanto, de uma  contribuição importante para a compreensão da configuração mais geral da área de Pensamento Social.

O texto sai publicado no fascículo 91 da BIB (jan.-abril, 2020), que desde o número anterior conta com duas novas seções: “Ciências Sociais em Circulação” e “Ciências Sociais Hoje”.

Para ler o artigo “O pequeno grande mundo do Pensamento Social no Brasil” basta clicar aqui.

Abaixo disponibilizamos o resumo da pesquisa

Resumo:

Este artigo realiza uma análise da estrutura, da evolução, dos padrões de atuação e de alguns dos desafios contemporâneos da área de Pensamento Social no Brasil. Na primeira parte, mobilizando os dados do grupo temático da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais (Anpocs) “Pensamento Social no Brasil”, no período 1983–2018, delineamos um perfil disciplinar, institucional, organizacional e geracional da área de pesquisa. Na segunda parte, em registro experimental, por meio de ferramentas de distant reading, tais como a análise lexical e a análise de redes sociais, mapeamos os títulos dos livros da área e as relações entre pesquisadores que eles sugerem (tais como as coautorias e as participações em livros coletivos da área). Nossa hipótese é que a área de Pensamento Social no Brasil, a despeito de suas tensões e polarizações internas, sedimentou canais expressivos de cooperação intelectual, seja entre os seus especialistas, seja com os pesquisadores de outras áreas, o que ajuda a entender sua legitimação no interior das ciências sociais brasileiras

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